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quarta-feira, 26 de julho de 2017

Hoje é dia dos Avós!

Para além do amor e da alegria, que tal celebrar com um livro também?

Giles Andreae, um dos autores infantis de maior sucesso da atualidade, com mais de três milhões de livros vendidos em todo o mundo, traz-nos duas histórias divertidas e ternurentas, perfeitas para festejar este dia tão especial.

Eu Adoro a Minha Avó e Eu Adoro o Meu Avô são a prenda ideal para os mais pequenos oferecerem aos melhores avós do mundo. E depois, de livro na mão, fortalecerem laços e partilharem momentos de boa disposição.




Para aceder à página da United Agents sobre escritor Giles Andreae (em inglês) clique aqui.
Para aceder ao site da ilustradora Emma Dood clique aqui.
Para aceder ao site da editora Booksmile clique aqui.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Escrita criativa no campo

Sabemos que é em cima da data, mas há sempre tempo para planear o tempo a dedicar à escrita criativa e a um fim-de-semana bem diferente.

A quem se destina este fim-de-semana, que começa dia 1 de Outubro?

A todos os que querem experimentar o prazer da escrita explorando o meio envolvente e aproveitando todos os recursos: os interiores e os exteriores.

A todos os que se interessam em explorar a ideia das ideias, e a quem ainda não está convencido de que a escrita tem lugar a qualquer hora e em qualquer lugar.
Os que já sabem disto tudo, também são bem-vindos!

Venham daí descobrir a Escrita no Campo: uma experiência de escrita criativa tão saudável que vão querer repetir! Dos 12 aos 120 anos!

Para mais informações clique aqui.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Caligrafia de férias

Caligrafia, s. f. (gr. Kalligraphía, «escrita bela») é a arte de escrever à mão, a maneira própria de cada pessoa escrever à mão, a forma da letra manuscrita, a perfeição da letra. E muito mais.

A prática da caligrafia implica a interiorização de valores éticos e estéticos fundamentais para a plena fruição da escrita e da leitura. Se escrevemos para sermos lidos, quer por nós próprios, quer pelos outros, então devemos fazê-lo correctamente. Conhecer as regras do código, cumprir as regras gráficas e ortográficas instituídas para a prática da escrita, garantirá uma maior facilidade de comunicação e interacção com os outros.

A nossa identidade gráfica, o nosso estilo único na escrita, advirá então da entrega com que nos lançamos a um meio e a um suporte que fixe os nossos pensamentos. A dedicação ao desenho da letra, mais ou menos ornamentada, e a destreza com que o fazemos, define a nossa competência escritora, a velocidade e o ritmo a que nos é possível expressarmo-nos através da escrita.

Neste contexto, quanto mais escrevermos, melhor escreveremos.

A que hoje se designa como "letra de imprensa", mas manuscrita, trata-se de um tipo de escrita com uma produção mais morosa do que a escrita cursiva pois implica que a caneta levante e pouse no papel mais vezes não oferecendo, ao escritor, um movimento contínuo. Obriga a uma disciplina maior no espacejamento entre letras uma vez que este é relativo ao definido entre palavras. Uma vez separadas, o início de cada letra obriga ao repensar da sua escala relativa.

A escrita cursiva permite uma maior velocidade e uma discriminação mais clara de cada palavra ou unidade gráfica que é desenhada com as letras interligadas. É o tipo de manuscritura que oferece maior grau de liberdade na construção da caligrafia pessoal já que o desenho da letra está mais dependente da fluidez e orientação do movimento, da distribuição no espaço e da pressão da caneta na construção de cada sinal gráfico. Além disso, na escrita do tipo cursivo as letras desenham-se de forma distinta consoante a sua posição na palavra o que permite definir mais variações de um sinal gráfico para um mesmo som.

Apesar de a letra de imprensa ser mais facilmente reconhecida, porque é mais frequentemente utilizada nas edições impressas, o importante é compreender que os grafemas, ainda que desenhados de modo diferente, representam igualmente os sons de uma língua, ou seja, cumprem a mesma função comunicativa.

Independentemente do grau de habilidade e de autonomia adquiridos, desenhar letras, experimentar estilos, ritmos, escalas ou ornamentos, pode ser um prazer sem idade.

Assim, para a prática do prazer da escrita proponho o uso dos Cadernos Caligráficos da Porto Editora, dos criadores intelectuais Maria Elisa Sousa e Rui Lobo, que oferecem 3 níveis de aprendizagem da escrita cursiva. No mercado há já uma vasta oferta de cadernos de actividades, com uma grande variação de personagens que os apresentam, que incluem a prática da escrita e do desenho de letras e palavras em ambos os tipos. Estes podem ser mais cativantes para as crianças em tempo de férias, mas também podem ser complementares.

Para além destes, há sempre lápis esquecidos nas gavetas, encontrados no chão e gratuitos na IKEA. E qualquer pedaço de papel pode formar um caderno para experimentar e aperfeiçoar uma competência básica como é a escrita.

Para compreender melhor, ou recordar, o conjunto de normas da utilização dos sinais gráficos é de levar para férias também um Prontuário Ortográfico e Guia da Língua Portuguesa. O da Casa das Letras, de Magnus Bergstrom e Neves Reis, oferece uma edição actualizada de acordo com o novo dicionário da Academia, na sua já 49ª edição.

A somar a estes, e a outros à escolha, pode sempre acrescentar-se um livro que descreva a língua portuguesa. Acordos à parte, a minha geração sedimentará mais facilmente o que adquiriu, também porque as férias são sempre curtas, com a Breve Gramática do Português Contemporâneo, de Celso Cunha e Lindley Cintra, das Edições João Sá da Costa. Mas há outras.

Boa escrita, boa leitura e boas férias.
Até Setembro!

Helena Gonçalves

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Storybird



The Truth About Mice on Storybird

Storybird é um site onde se encontram curtas histórias visuais construídas pelos utilizadores, sozinhos, em família ou com os amigos. Nasceu em Setembro do ano passado e já tornaram públicas mais de 10 000 histórias. Um trabalho cuja evolução e utilidade merece a nossa atenção e acompanhamento.

Funciona assim: vários artistas submetem os seus trabalhos que podem ser utilizados nas obras de outros artistas - escritores e/ ou ilustradores (nós). Escolhe-se um ilustrador e um conjunto de trabalhos, depois escreve-se, lê-se, relê-se, adicionam-se e retiram-se páginas, reordena-se tudo e guarda-se. Carregam-se outras imagens, volta-se a ler, a escrever, atribui-se um título, escolhe-se uma cor, muda-se tudo, altera-se a paginação e guarda-se. Convida-se alguém para colaborar na nossa narrativa e escrever também. Uma história a duas mãos, ou mais. E quando estamos certos de que está "no ponto" então vale a pena partilhar com toda a gente ou, em privado, somente com os nossos convidados.

Infelizmente, o site encontra-se apenas em inglês, mas tudo é suficientemente intuitivo e simples de utilizar pelo que qualquer pessoa pode experimentar a construção de um livro. Vale bem a experiência pelo que se aprende ao questionar o porquê das nossas escolhas e, uma vez concluída cada obra, conhecendo a opinião de quem nos lê.

O serviço prevê a expansão da plataforma para poder finalmente abraçar outros idiomas para além do exclusivo inglês; este aspecto é tanto mais importante quanto todas as histórias serem moderadas previamente à sua publicação, procurando uma garantia de qualidade, e, neste momento, não nos ser possível - a quem escreve em português - tornar pública a nossa história. No entanto, os nossos trabalhos ficam guardados na "Biblioteca privada" (Private library) e podem ser partilhados com amigos e familiares.

Para experimentar criar, ler ou efectuar somente uma visita, clique aqui.
Para conhecer a evolução da plataforma e tudo o que rodeia o conceito deste serviço, clique aqui.

Helena Gonçalves

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Eureka, tenho uma ideia!

«As ideias são como as cerejas – apetecem e aparecem umas a seguir às outras. Mas como passar a ideia para o papel? Por que deixamos que elas morram antes de ganhar forma?»

É na procura de responder a estas e outras questões que a Escrever Escrever propõe o curso de escrita criativa Eureka, tenho uma ideia!, de 7 a 10 de Setembro de 2009, entre as 16h e as 18h30, no qual a formadora (e nossa colega) Isabel Costa se propõe «dar espaço às ideias desenvolvendo a imaginação e trabalhar o processo da escrita criativa – imaginar, inventar e brincar com as palavras ao longo de quatro sessões, aproveitando e estimulando todos os sentidos na descoberta do prazer da escrita.» O curso tem como destinatários crianças, jovens ou pré-adolescentes (entre 9 e 14 anos) que têm muitas ideias e não sabem o que fazer com elas!

Para saber mais informações acerca do curso, clique aqui.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Curso de Verão em Algés: «As Escritas e os Mundos»

Dando continuidade à aposta na formação, o Centro Oeiras a Ler vai realizar, de 27 de Junho a 4 de Julho, a 3ª edição do Curso de Verão, este ano subordinado ao tema da escrita. «As Escritas e os Mundos» terá lugar na Biblioteca Municipal de Algés e abordará a história, os usos e a evolução da letra, o novo acordo ortográfico, a escrita criativa, a escrita para crianças e jovens, o argumento para banda desenhada e as técnicas da escrita científica.

Os diversos módulos do curso, independentes e complementares, serão ministrados por especialistas nas respectivas áreas, podendo os interessados – público adulto em geral e mediadores de leitura – inscrever-se por módulo (5 euros/módulo de 4 h) ou em bloco (35 euros/todos os módulos). O curso decorrerá nos dias úteis, das 14h às 20h e aos sábados das 10h às 17h30, na Biblioteca Municipal de Algés.

No painel de formadores contará com a participação de André Oliveira, Daniel Raposo, Henrique Cabral, Malaca Casteleiro, Margarida Fonseca Santos e Pedro Sena-Lino.

Informações e inscrições pelos telefones 214 118 970 (Marta Silva) e 214 406 340 (Sofia Pinto).