quarta-feira, 16 de junho de 2010
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Monkey and Me
Com muita imaginação e algumas contorções criativas, uma menina finge que ela e seu macaco de peluche caminham como pinguins, saltam como cangurus, voam como morcegos, pesam como elefantes e... balançam como macacos.Uma lenga-lenga dá início a cada mudança de cenário: "Monkey and me, Monkey and me, Monkey and me, / We went to see..."
Os leitores e/ou ouvintes podem tentar adivinhar quais as espécies mencionadas pelo narrador, quer através da imagem transmitida pela ilustração, quer através de mímica efectuada pelo contador. Por exemplo, para evocar uma mamã canguru e o seu filhote, a menina coloca o peluche sob a t-shirt; para se tornar um elefante, faz de um dos seus braços uma tromba…
Trabalhando com lápis e aguarelas, com uma paleta limitada a vermelho, preto e castanho, Gravett dá às imagens uma enorme espontaneidade e animação, possibilitando aos leitores a fruição de momentos divertidos com a leitura.
O título está apenas disponível em língua inglesa e é editado pela Macmillan Children's Books. Pode ser adquirido online na Amazon, ou folheado nas melhores bibliotecas.
Acerca de Emily GravettEmily Gravett nasceu em Brighton. Cedo deixou a escola para viver “on the road” durante oito anos da sua vida, antes de regressar à cidade que a viu nascer e conseguir um lugar no curso de ilustração da Universidade local.
Em 2005 publica Wolves, o seu primeiro livro, que obtém um grande sucesso, vencendo o CILIP Kate Greenaway Medal e outros prémios que marcaram o início de uma carreira pautada pela criação de extraordinários livros infantis.
Emily venceu ainda o Best Emerging Illustrator Award, no Early Years Booktrust Awards, com o título Monkey and me e uma medalha de bronze da Nestlé Children's Book Prize com o livro infantil Little mouse’s big book of fears. Este último foi também agraciado com um CILIP Kate Greenaway Medal.
Ana Lage
sexta-feira, 11 de junho de 2010
A Zebra Zézé
A Zebra Zézé, com texto de Ana Ventura e ilustração de Alberto Faria, é uma nova narrativa que aborda o tema da família e do reconhecimento dos seus pares. Zézé, a protagonista, acaba por nos revelar um apurado sentido de pertença ao grupo, trabalhado e reflectido, e é com grande surpresa que acompanhamos a resolução da sua grande questão existencial.
Da Texto Editores, A Zebra Zézé, é uma obra com uma boa produção gráfica que respeita a necessidade de força das cores da ilustração. Os desenhos aparentemente simples, mas muito divertidos, guardam pormenores deliciosos para descobrir. O ritmo do texto acompanha, orienta e seduz, com vivacidade, a história das imagens. Uma interacção perfeita, resultado de uma dupla promissora.Alberto Faria, Natural de Lisboa, é publicitário e ilustrador. Estudou Design de Comunicação na Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Ilustrou para jornais e revistas como O Independente, Público, DN, Elle, Pais & Filhos, Evasões, Volta ao Mundo e Ler.
Mais recentemente dedicou-se à ilustração infantil tendo ilustrado Em Inglês, Lobos, raposas, leões... e outros figurões e Animais, sempre para a Texto Editores.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Violências, Pedagogias e Imaginários: Curso Livre sobre Contos
28 DE JUNHO
14h00 às 17h00 - Francisco Vaz da Silva: Contos maravilhosos e narrativas tradicionais
17h30 às 20h30 - Helena Marujo: Estudos sobre o optimismo
29 DE JUNHO
14h00 às 17h00 - Anabela Gonçalves: A lenda dos sete infantes de Lara17h30 às 20h00 - Luís Baptista: Contos fotográficos, imagens e imaginários (oficina)
30 DE JUNHO
14h00 às 17h00 - Ana Mourato: Os contos e os medos (oficina)
17h30 às 20h30 - Cláudia Fonseca: Narrativa de contos, narrativas da vida
01 DE JULHO
14h00 às 17h00 - André Letria: Os imaginários e os seres fantásticos
17h30 às 20h30 - Maria Proença: História e cultura da alimentação nos contos
02 DE JULHO
14h00 às 17h00 - Ana Paiva Morais: A pedagogia e os valores nos contos e fábulas
17h30 às 20h30 - Manuel Lisboa: Estudos sobre as violências
03 DE JULHO
10h00 às 17h00 - Rodolfo Castro: A Leitura Secreta, os contos na promoção da leitura(oficina)
21h30 – Espectáculo / Serão de Contos (encerramento do Curso de Verão)
INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES:
Biblioteca Municipal de Algés
Tel. 214 118 970E-mail: marta.silva@cm-oeiras.pt
Biblioteca Municipal de Oeiras
Tel. 214 406 340
E-mail: sofia.pinto@cm-oeiras.pt
Inscrições Pagas: €30,00 o curso completo; €5,00 módulo de 3h; €7,50 módulos de 6h.
Para aceder ao site de Oeiras a ler clique aqui.
Para aceder ao site do Instituto de Estudos de Literatura Tradicional clique aqui.
Ana Mourato
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Lágrimas de crocodilo
Escrito e ilustrado por André François e publicado em 1956 por Robert Delpire, Lágrimas de crocodilo é unanimemente considerado como uma obra que se destaca pela extraordinária qualidade artística e indiscutível originalidade. Impôs-se como um marco histórico na evolução do livro infantil e do álbum numa época marcada pela literatura tendencialmente moralizante.Logo após a publicação da edição americana, o livro Lágrimas de crocodilo obteve o New York Times Best Illustrated Book. A partir desse momento multiplicaram-se as edições um pouco por todo o mundo, sendo traduzido em catorze línguas. Mais de meio século após a primeira edição, a editora Bruaá traz pela primeira vez este autor e este livro para o nosso país. «Um relato textual e pictórico deliciosamente absurdos e admiravelmente limpos de impurezas. Uma insólita viagem-explicação ou uma explicação-viagem que ninguém se vai importar de repetir... até às lágrimas.» (in Bruaá Editora).
Acerca de André FrançoisAndré François, de seu verdadeiro nome André Farkas, nasceu em Temesvar a 9 de Novembro de 1915. Terminou o liceu na Roménia e estudou na Academia de Belas Artes de Budapeste entre 1932 e 1933. No ano seguinte, mudou-se para Paris onde estudou, durante um ano, com Adolphe Cassandre, que o encoraja a trabalhar em ilustração.
Em 1939, André obteve cidadania francesa e mudou o apelido para François. De origem judaica, François teve de passar os tempos da Segunda Grande Guerra entre Marselha e Sabóia, regressando a Paris após o conflito. Posteriormente estabeleceu-se em Grisy-les-Platres com a sua mulher e filhos, iniciando a actividade artística em jornais como o "Action" e o "Les Lettres Françaises".
Começou também a trabalhar com o "Nouvel Observateur", "Le Monde" e "Telerama". Trabalhou para as lendárias revistas "Punch" e "Lilliput". Produziu capas para a "Penguin" e, no final dos anos 40, travou uma grande amizade com o fotógrafo e editor Robert Delpire, a qual que durou até ao final da vida de François.
Publicou o seu primeiro livro - Double Bedside Book - em 1952. No mesmo ano, ilustrou o livro Lettres des Iles Baladar, da autoria de Jacques Prévert. Em 1956 surgiu o livro Lágrimas de crocodilo, que rapidamente ganhou fama a mundial, sendo traduzido para catorze línguas e obtendo o prémio New York Times Best Illustrated Book.
Em 1958 o seu livro The Half-Naked Knight contribuiu ainda mais para a sua ascensão e a revista "New Yorker" iniciou uma relação com André François que viria a durar trinta anos e se traduziria em sessenta capas. Em 1960, André François afasta-se dos jornais e revistas para dedicar algum tempo aos seus projectos. Ilustra obras de Jacques Prévert, Raymond Queneau, Boris Vian, entre outros, para além de se dedicar cada vez mais à pintura, escultura e design gráfico.
Em 1970 expõe toda a sua obra no Louvre e, dezasseis anos depois, a Ásia rende-se à sua arte com outra grande exposição no Palácio de Tóquio. A 8 de Dezembro de 2002 um incêndio reduz a cinzas todo o ateliê de André François, fazendo desaparecer a maior parte do seu trabalho. Apesar de ter já 87 anos e saúde fragilizada, André François recusa-se a desistir e investe novamente no seu trabalho de forma a deixar algo mais tangível do que aquilo que estava reproduzido nos livros. Ano e meio depois do incêndio, André François apresenta a exposição "L’épreuve du feu" com sessenta peças. Morre no dia 11 de Abril de 2005, em Grisy-les-Platres, aos 89 anos.
Para conhecer a obra Lágrimas de crocodilo, clique aqui.
quarta-feira, 12 de maio de 2010
O Livro do Livro
Este livro, publicado pela editora Edicare, é uma “massagem” à nossa imaginação. Dirigido a crianças, propõe-lhes uma viagem à construção de um livro: desde a observação do mundo, passando pela criação de personagens e de uma história, até à construção do livro-objecto.É uma viagem ao interior de um livro e, simultaneamente, ao interior da nossa casa e de nós próprios.
Sophie Benini Pietromarchi é autora e ilustradora de livros para crianças. Nasceu em Paris e estudou Literatura e Design Gráfico em Florença. Além de escrever, realiza habitualmente oficinas com crianças, explorando os caminhos da imaginação e criatividade.Para aceder ao site da editora, clique aqui.
Maria João Batalha
terça-feira, 11 de maio de 2010
Do!
Do! é um livro composto por um conjunto de imagens de acção, elaboradas no estilo tribal Warli. Introduz o jovem leitor em verbos básicos, através de brilhantes pictogramas que ilustram a acção e simultaneamente contam a história.A arte Warli é executada por pessoas pertencentes à comunidade tribal que vive em Maharashtra, na India. Ramesh Hengadi, Rasika Hengadi, Shantaram Dhadpe e Kusum Dhadpe são os artistas que emprestam os seus dotes a este livro, vencedor do prémio New Horizons, da Feira do Livro Infantil de Bolonha 2010.
Do! pode ser adquirido aqui.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
O Cancioneiro Infanto Juvenil para a Língua Portuguesa na prática educativa
“O Cancioneiro Infanto Juvenil para a Língua Portuguesa na prática educativa”. Esta é uma iniciativa do Instituto Piaget, sem patrocínios externos. É um projecto que existe há vinte anos e tem uma duração prevista de trinta, que prima por desenvolver acções em escolas e jardins-de-infância, ao nível da aprendizagem da escrita e leitura de forma prazerosa.Com edições trienais, os concursos do Cancioneiro Infanto-Juvenil encerram com um simpósio ligado à temática da poesia. Nos dias 14 e 15 de Maio realizar-se-á, no Instituto Piaget em Almada, o encerramento do 6º concurso, subordinado ao tema “Cancioneiro Infanto-Juvenil para a Língua Portuguesa na prática educativa”.
Estarão presentes nomes da área da poesia tradicional e literatura para a infância e juventude, tais como: Álvaro Magalhães (escritor e membro SPA); Maria Teresa Meireles (Doutorada em Literatura Tradicional e Oral e membro do Instituto de Estudos de Literatura Tradicional); Violante Magalhães (Doutorada em Literatura Portuguesa pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e membro do Centro de Estudos Comparatistas da mesma Faculdade).
No dia 15 de Maio iremos ter a cerimónia de entrega dos prémios aos seleccionados, cujo título do volume é “Amo de ti”, frase de Dinis Catambas (2 anos). Envolvemos agentes educativos, educandos e pais em acções de formação no âmbito da escrita criativa e da poesia. Estes concursos iniciaram-se em 1989 e terminarão em 2019, sendo uma das vertentes deste projecto, também, a investigação académica nos cerca de 22 mil textos que temos em arquivo.
Para mais informações clique aqui.
sábado, 8 de maio de 2010
Fazer um livro: da ideia ao papel
O Centro de Criatividade Pró-Ensino está a lançar um novo atelier para crianças dos 7 aos 13 anos. “Fazer um livro: da ideia ao papel”: todos os livros nascem de uma ideia e acabam nas mãos de quem os quer conhecer. Acabam? Talvez nem seja bem isso… Cada livro é um começo de algo novo e diferente, é uma janela aberta para todas as descobertas, para um mundo de conhecimento e de divertimento também.
Horário: Sáb das 10h00 às 13h00
Duração: 15h
Data: 8, 15, 22 e 29 Maio e 5 de Junho de 2010
Orientadora: Andreia Rasga
Preço: 50€
O CCPE é um Centro de Actividades Culturais e Educativas para todas as idades localizado no Bairro Alto. Um projecto que visa estabelecer uma ponte relacional e de intercomunicação entre o ensino/aprendizagem e a criatividade, importando todas as competências que a arte proporciona e desenvolve no indivíduo.
Pretende-se, assim, dar a conhecer ao aluno as mais valias que a arte proporciona e o modo como essas poderão influenciar produtiva e construtivamente as áreas escolares e humanas.
Nesse sentido, o CCPE está dotado de um leque de serviços respeitantes a ambas as áreas - artística e escolar - e oferece um espaço de convívio comum ao Conhecimento e à Arte.
Defendemos o conceito da aprendizagem através da arte/cultura/processo criativo. O carácter criativo é intrínseco à natureza do Homem, um ser inventivo que se adapta, contorna e reinventa a sua própria condição humana e o ambiente que o rodeia. Considerando a competência criativa enquanto músculo, o processo criativo é o ginásio onde se estimula a rapidez de raciocínio e a facilidade para se encontrar soluções e alternativas para responder face ao Problema.
Para conhecer melhor o CCPE clique aqui.
Horário: Sáb das 10h00 às 13h00
Duração: 15h
Data: 8, 15, 22 e 29 Maio e 5 de Junho de 2010
Orientadora: Andreia Rasga
Preço: 50€
O CCPE é um Centro de Actividades Culturais e Educativas para todas as idades localizado no Bairro Alto. Um projecto que visa estabelecer uma ponte relacional e de intercomunicação entre o ensino/aprendizagem e a criatividade, importando todas as competências que a arte proporciona e desenvolve no indivíduo.
Pretende-se, assim, dar a conhecer ao aluno as mais valias que a arte proporciona e o modo como essas poderão influenciar produtiva e construtivamente as áreas escolares e humanas.
Nesse sentido, o CCPE está dotado de um leque de serviços respeitantes a ambas as áreas - artística e escolar - e oferece um espaço de convívio comum ao Conhecimento e à Arte.
Defendemos o conceito da aprendizagem através da arte/cultura/processo criativo. O carácter criativo é intrínseco à natureza do Homem, um ser inventivo que se adapta, contorna e reinventa a sua própria condição humana e o ambiente que o rodeia. Considerando a competência criativa enquanto músculo, o processo criativo é o ginásio onde se estimula a rapidez de raciocínio e a facilidade para se encontrar soluções e alternativas para responder face ao Problema.
Para conhecer melhor o CCPE clique aqui.
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Invasão no Marquês de Pombal
À 16ª hora, do 8º dia, do 5º mês de 2010, junte-se às Bibliotecas Municipais de Lisboa e, ao som de 50 bombos, com muitos livros e boa disposição à mistura, invada os relvados do Parque Eduardo VII para formar o maior cordão humano de leitura que Lisboa já conheceu!Para saber mais acerca do evento, clique aqui.
Sugestão de Ana Mourato
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